| Com objetivo de convencer a população de que é muito importante para o estado a adesão ao horário de verão, a Federação de Indústria e Comércio do Estado Bahia (FIEB) criou um plano de comunicação virtual e presencial na Bahia. O projeto prevê a criação de um blog que vai premiar as pessoas que entenderem os argumentos apresentados pela causa e participarem da campanha. Além disso, os participanes vão até pontos turísticos e entradas de eventos esportivos e de entretenimento para distribuir panfletos e tentar convencer a população dos benefícios que o estado tem em aderir ao projeto. A federação deverá investir em publicidade online para que os leitores de pequenos e grandes blogs consigam visualizar que a campanha é produtiva e boa para todos. As pessoas que forem convencidas da ideia vão receber um botton criado com a marca da campanha. Falando em Comunicação ... disponível em http://genteemercado.com.br/fieb-cria-plano-de-comunicacao-para-discutir-o-horario-de-verao/ |
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Fieb cria plano de comunicação para discutir o horário de verão
terça-feira, 16 de agosto de 2011
Conheça o ambiente que você irá negociar | Portal HSM
Conheça o ambiente que você irá negociar | Portal HSM
De que tipo de negociação você costuma participar? Do tipo tradicional, com cada parte de um lado da mesa? Ou do tipo leilão, no qual existem vários negociadores de um mesmo lado da mesa, em cujo lado oposto se senta um único comprador ou mesmo um único vendedor? Se você já notou que algumas situações envolvem uma mistura das duas formas, não está sozinho. Guhan Subramanian e seu colega Richard Zeckhauser, experts em negociação, até já deram um nome para isso: “negotiauction” – termo que combina, em inglês, “negociação” com “leilão”.
Como professor das faculdades de administração e direito de Harvard, e tendo acompanhado muitas transações, inclusive de fusões e aquisições, Subramanian tem visão ampla sobre o que, de fato, ocorre nas rodadas de negociação. Ele observou que, de um mesmo lado da mesa, podem estar concorrentes conhecidos, desconhecidos ou potenciais que devem, ao mesmo tempo, negociar com quem está do outro lado. A pressão, portanto, vem de todos os lados no que é denominado ambiente hipercompetitivo.
Por esse motivo, o professor decidiu descrever um sistema que se situa num espaço intermediário entre o leilão puro e a negociação pura. No livro Negotiauction: grandes estratégias para vencer negociações complexas e leilões (ed. Campus/Elsevier), lançado em 2010, esse sistema é detalhado com ricos exemplos. Segundo o autor, o modelo negotiauction atende a necessidade que as pessoas cada vez mais têm de fazer as coisas de maneira diferente para agir sobre a complexidade também crescente das situações.
Uma negotiauction é assim caracterizada, conforme o pesquisador explicou em entrevista ao HBR Working Knowledge:
* Existem vários possíveis contratados (por exemplo, prestadores de serviços de jardinagem para sua residência), mas não muitos, pois, se houver mais do que três ou cinco, será difícil ter negociações significativas com todos (com muitos, o modelo seria mais próximo de um leilão puro).
* Existem interesses múltiplos. Por exemplo, no caso da jardinagem, o preço é importante, mas também a qualidade e o prazo. “Se focarmos apenas em uma métrica, estaremos causando um problema potencial de longo prazo”, diz o professor.
* O processo não é claro e as regras não são precisas. O contratante pode falar com um prestador de serviços várias vezes para conseguir o melhor preço ou o fornecedor só tem uma chance de colocar preço? A indefinição cria oportunidades e desafios. “Negociadores sofisticados são capazes de tirar vantagem da ambiguidade para moldar o jogo em benefício próprio”, explica.
Subramanian postula que negociadores mais bem-sucedidos jogam o jogo em um nível diferente, mais parecido com um jogo de xadrez, com cada passo refletido e ordenado, em vez de realizar ataques frontais. “Eles fazem com que as peças estejam alinhadas, de maneira que, quando entram na sala de negociação, o acordo está praticamente fechado”, comenta.
Eficácia na negotiauction
Para sem bem-sucedido em uma negotiauction, o negociador deve seguir alguns passos fundamentais, os quais o autor aprofunda em seu livro:
Passo 1: Molde as regras do jogo em seu benefício
Em um leilão virtual da eBay, por exemplo, as regras estão claras. Se chegar atrasado, estará com problemas; se restar apenas um comprador, o leilão terminou. No entanto, como a única regra da negotiauction é a falta de regras, o segredo é identificar as regras que você quer ver estabelecidas, estabelecê-las e usar as ambiguidades que restarem a seu favor.
Passo 2: Aprenda com os movimentos de outros
Os movimentos de outras partes contêm informações muito valiosas, frequentemente negligenciadas. Além de aprender com os outros, você deve atentar para o que eles devem aprender de seus movimentos.
Passo 3: Olhe adiante e reavalie
Uma estratégia de negotiauction não é exatamente como uma partida de xadrez de alto nível, na qual ambos os jogadores pensam 20 passos à frente. Mas uma análise rigorosa e completa de poucos movimentos e contra-ataques é fundamental, pois pode gerar insights que um negociador comum é incapaz de ter no calor das conversações.
Passo 4: vire o jogo em seu benefício
Virar o jogo depende muito do contexto. Em disputas judiciais, por exemplo, as oportunidades de verdadeiramente mudar o jogo são poucas. Porém, as negotiauctions comportam aspectos e questões múltiplos e, portanto, terreno fértil para movimentos de mudança de jogo, seja na fase inicial da negociação, quando as bases são estabelecidas, seja no momento de reorganizar a estratégia ou de fechar o acordo. O negociador deve incansavelmente buscar o benefício da virada.
Tal benefício que vem com o virar do jogo é tão desejado pelos negociadores que se tornou nome de programa de educação executiva na Harvard Business School, o Changing the Game, um dos cursos em que Subramanian leciona. Mas os caminhos para virar o jogo serão também apresentados pelo professor aqui em São Paulo, no dia 23 de agosto, durante o Fórum HSM Negociação 3.0. Em sua palestra, apresentará novas estratégias para negociar em ambientes hipercompetitivos.
Referências:
DEAKIN, Michelle. “In 'Negotiauctions,' Guhan Subramanian explores the messy middle ground in corporate deals”. 1 abr. 2010. Harvard Law Bulletin. Disponível online em. Acesso em 12 mai. 2011.
HANNA, Julia. “The new deal: Negotiauctions”. 26 out. 2009. HBR Working Knowledge. Disponível online em. Acesso em 12 mai. 2011.
SUBRAMANIAN, Guhan. Negotiauctions: new dealmaking strategies for a competitive marketplace. Nova York: W. W. Norton & Company, 2010.
Por Alexandra Delfino de Sousa, administradora de empresas e diretora da Palavra-Mestra.
Portal HSM
13/05/2011
De que tipo de negociação você costuma participar? Do tipo tradicional, com cada parte de um lado da mesa? Ou do tipo leilão, no qual existem vários negociadores de um mesmo lado da mesa, em cujo lado oposto se senta um único comprador ou mesmo um único vendedor? Se você já notou que algumas situações envolvem uma mistura das duas formas, não está sozinho. Guhan Subramanian e seu colega Richard Zeckhauser, experts em negociação, até já deram um nome para isso: “negotiauction” – termo que combina, em inglês, “negociação” com “leilão”.
Como professor das faculdades de administração e direito de Harvard, e tendo acompanhado muitas transações, inclusive de fusões e aquisições, Subramanian tem visão ampla sobre o que, de fato, ocorre nas rodadas de negociação. Ele observou que, de um mesmo lado da mesa, podem estar concorrentes conhecidos, desconhecidos ou potenciais que devem, ao mesmo tempo, negociar com quem está do outro lado. A pressão, portanto, vem de todos os lados no que é denominado ambiente hipercompetitivo.
Por esse motivo, o professor decidiu descrever um sistema que se situa num espaço intermediário entre o leilão puro e a negociação pura. No livro Negotiauction: grandes estratégias para vencer negociações complexas e leilões (ed. Campus/Elsevier), lançado em 2010, esse sistema é detalhado com ricos exemplos. Segundo o autor, o modelo negotiauction atende a necessidade que as pessoas cada vez mais têm de fazer as coisas de maneira diferente para agir sobre a complexidade também crescente das situações.
Uma negotiauction é assim caracterizada, conforme o pesquisador explicou em entrevista ao HBR Working Knowledge:
* Existem vários possíveis contratados (por exemplo, prestadores de serviços de jardinagem para sua residência), mas não muitos, pois, se houver mais do que três ou cinco, será difícil ter negociações significativas com todos (com muitos, o modelo seria mais próximo de um leilão puro).
* Existem interesses múltiplos. Por exemplo, no caso da jardinagem, o preço é importante, mas também a qualidade e o prazo. “Se focarmos apenas em uma métrica, estaremos causando um problema potencial de longo prazo”, diz o professor.
* O processo não é claro e as regras não são precisas. O contratante pode falar com um prestador de serviços várias vezes para conseguir o melhor preço ou o fornecedor só tem uma chance de colocar preço? A indefinição cria oportunidades e desafios. “Negociadores sofisticados são capazes de tirar vantagem da ambiguidade para moldar o jogo em benefício próprio”, explica.
Subramanian postula que negociadores mais bem-sucedidos jogam o jogo em um nível diferente, mais parecido com um jogo de xadrez, com cada passo refletido e ordenado, em vez de realizar ataques frontais. “Eles fazem com que as peças estejam alinhadas, de maneira que, quando entram na sala de negociação, o acordo está praticamente fechado”, comenta.
Eficácia na negotiauction
Para sem bem-sucedido em uma negotiauction, o negociador deve seguir alguns passos fundamentais, os quais o autor aprofunda em seu livro:
Passo 1: Molde as regras do jogo em seu benefício
Em um leilão virtual da eBay, por exemplo, as regras estão claras. Se chegar atrasado, estará com problemas; se restar apenas um comprador, o leilão terminou. No entanto, como a única regra da negotiauction é a falta de regras, o segredo é identificar as regras que você quer ver estabelecidas, estabelecê-las e usar as ambiguidades que restarem a seu favor.
Passo 2: Aprenda com os movimentos de outros
Os movimentos de outras partes contêm informações muito valiosas, frequentemente negligenciadas. Além de aprender com os outros, você deve atentar para o que eles devem aprender de seus movimentos.
Passo 3: Olhe adiante e reavalie
Uma estratégia de negotiauction não é exatamente como uma partida de xadrez de alto nível, na qual ambos os jogadores pensam 20 passos à frente. Mas uma análise rigorosa e completa de poucos movimentos e contra-ataques é fundamental, pois pode gerar insights que um negociador comum é incapaz de ter no calor das conversações.
Passo 4: vire o jogo em seu benefício
Virar o jogo depende muito do contexto. Em disputas judiciais, por exemplo, as oportunidades de verdadeiramente mudar o jogo são poucas. Porém, as negotiauctions comportam aspectos e questões múltiplos e, portanto, terreno fértil para movimentos de mudança de jogo, seja na fase inicial da negociação, quando as bases são estabelecidas, seja no momento de reorganizar a estratégia ou de fechar o acordo. O negociador deve incansavelmente buscar o benefício da virada.
Tal benefício que vem com o virar do jogo é tão desejado pelos negociadores que se tornou nome de programa de educação executiva na Harvard Business School, o Changing the Game, um dos cursos em que Subramanian leciona. Mas os caminhos para virar o jogo serão também apresentados pelo professor aqui em São Paulo, no dia 23 de agosto, durante o Fórum HSM Negociação 3.0. Em sua palestra, apresentará novas estratégias para negociar em ambientes hipercompetitivos.
Referências:
DEAKIN, Michelle. “In 'Negotiauctions,' Guhan Subramanian explores the messy middle ground in corporate deals”. 1 abr. 2010. Harvard Law Bulletin. Disponível online em
HANNA, Julia. “The new deal: Negotiauctions”. 26 out. 2009. HBR Working Knowledge. Disponível online em
SUBRAMANIAN, Guhan. Negotiauctions: new dealmaking strategies for a competitive marketplace. Nova York: W. W. Norton & Company, 2010.
Por Alexandra Delfino de Sousa, administradora de empresas e diretora da Palavra-Mestra.
Portal HSM
13/05/2011
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
Parque Tecnológico será apresentado em congresso nacional de projetos
O Parque Tecnológico da Bahia, previsto para ser inaugurado em novembro, em Salvador, será apresentado nesta quarta-feira, dia 10, durante a abertura do Congresso Nacional de Gerenciamento de Projetos (CNGP). O Secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado da Bahia, Paulo Câmera, vai dar detalhes de como vai funcionar o Parque, as inovações e os benefícios para a economia baiana. A palestra será às 19h, no Hotel Fiesta, no Itaigara.
Um dos principais objetivos do Parque Tecnológico da Bahia é promover o desenvolvimento científico e tecnológico do Estado, atraindo pesquisadores e abrigando incubadoras e empresas de base tecnológica. Ele funcionará como um centro de convergência do sistema estadual de inovação na Bahia, englobando as universidades, o governo e os empresários.
Estruturado em três eixos centrais: inovação (como instrumento de atração de empresas), tecnologia (esfera institucional de suporte à interação entre universidades e empresas) e ciência (estratégia de fortalecimento da produção científica), tem como áreas prioritárias Biotecnologia e Saúde, Energia e Engenharias, e Tecnologia da Informação e Comunicação.
O Congresso Nacional de Gerenciamento de Projetos prossegue até sexta-feira, 12, com palestras, mini-cursos e workshops, reunindo professores, pesquisadores e profissionais que atuam no mercado. Entre os temas em debate estão: sustentabilidade de projetos sociais, gestão do tempo e gerenciamento de riscos.
Disponível em http://genteemercado.com.br/parque-tecnologico-sera-apresentado-em-congresso-nacional-de-projetos/
quarta-feira, 27 de julho de 2011



Expo PM-TOOLS
Softwares para Gerenciamento de Projetos/Programa/Portfólio
Senac-SP | 23 e 24-agosto
Os melhores fabricantes de softwares para Gerenciamentode Projetos, Programa e Portfólio reunidos. Venha conhecer as funcionalidades avançadas destas ferramentas com os maiores players do mercado de tecnologia, que vão realizar demonstrações e exposição de seus produtos.
Soluções em Ferramentas:
- Compuware Changepoint.
- CA Technologies Clarity.
- Oracle Primavera System.
- Project Builder.
- DAPTIV.
- HP-PPM.
- Tasker 5.
- Microsoft Project 2010 e Project Server 2010.
- IBM Rational Gerenciamento de Portfolio de TI.
- The Spider Team.
Com o atrativo de área de exposição onde o participante terá oportunidade de interagir mais detalhadamente sobre seus interesses com o palestrante/empresa da ferramenta.
Local: Senac-Campus Sto Amaro - São Paulo/SP
Data: 23 e 24 agosto 2011 | 9:00 as 17:00 horas
Reservas ou dúvidas: ligue 41.3029-9397 ou 11.3661-1550
email: eventos@mundopm.com.br
segunda-feira, 25 de julho de 2011
ESVAZIAR A CABEÇA É FUNDAMENTAL PARA PRODUZIR MAIS
Notícias | FGV Management
ESVAZIAR A CABEÇA É FUNDAMENTAL PARA PRODUZIR MAIS
Você liga o computador e encontra quinhentos e-mails o aguardando. A secretária eletrônica pisca com dezenas de recados ainda por responder. Seu bloco de anotações tem uma lista enorme de tarefas que você provavelmente não terá tempo de cumprir. Quando começa a se debruçar sobre os itens, o telefone toca: é um fornecedor, querendo marcar uma reunião urgente. Como se organizar diante de tantas demandas? É possível ter um alto índice de produtividade e, ao mesmo tempo, manter a qualidade de vida?
As duas questões estão no centro do método GTD, ou Getting Things Done (em uma tradução livre, “Realizando tarefas”), criado pelo consultor norte-americano David Allen, de 65 anos. Considerado uma espécie de guru da produtividade, o autor do best-seller A Arte de Fazer Acontecer viaja pelos Estados Unidos levando o programa GTD a empresas como Sony e Microsoft e instituições como a Força Aérea Norte-Americana. Apesar de contar com técnicas e ferramentas sofisticadas, o método tem como base um pensamento simples: libere sua mente, e a produtividade virá.
Você criou um método para aumentar a produtividade que também promete melhorar a qualidade de vida de executivos e empresários. Como isso funciona?
Eu acredito que as duas coisas andam juntas. Quanto melhor for a sua qualidade de vida, mais produtivo você será, e vice-versa. Desde a época da faculdade, sempre me interessei por métodos e técnicas capazes de ampliar a minha capacidade de produzir, de realizar. Eu me envolvi com essa questão porque eu estava focado na experiência humana, queria saber que tipo de coisas eu poderia fazer sem mudar quem eu era. Meu objetivo não era ganhar mais dinheiro, e sim melhorar a qualidade da experiência, ser mais livre, mais flexível. Depois de passar por 30 empregos diferentes, percebi que eu mesmo teria que encontrar a resposta.
Vamos falar da sua vida antes de você criar o método. Você estudou história americana, mas largou a faculdade, certo?
Sim. Eu era fascinado pela história americana, mas depois descobri que queria ter mais experiências mais ligadas à vida real. Estava mais interessado em modelos culturais do que em datas, se é que você me entende.
Você costuma dizer que, nessa época, iniciou uma busca por Deus, pela verdade e pelo universo. Como foi isso? E como esse processo de autoconhecimento está relacionado com o mundo dos negócios?
Eu ainda estou em busca de tudo isso. Bom, a busca está relacionada com Deus, mas também com o modo como você lida com as pessoas, com a maneira como enxerga a sua vida. Se o seu destino é estar aqui na Terra e viver novas experiências, seja na vida pessoal ou na profissional, então deve aproveitar para aprender mais sobre si mesmo. Acredito que, se agimos conscientemente no dia a dia, podemos aprender muito sobre quem somos. É maluco isso, mas muita gente faz as coisas sem saber por que está fazendo. Quanto mais atento você está ao que faz, quanto mais você direciona a sua energia, menor é o desperdício e maior é o seu crescimento. É bom para os negócios, mas também o ajuda a crescer como ser humano.
Seu programa, o GTD, segue alguns passos básicos. O primeiro deles seria “esvaziar a cabeça” e “colocar tudo em um lugar seguro”.
Para começar, é preciso identificar e capturar ideias, projetos e objetivos que são significativos para você, e fazer uma grande lista, a mais completa possível. Você tem que externalizar tudo isso e colocar em algum lugar onde os dados fiquem seguros: pode ser no papel, em uma pasta no computador, no iPad, não importa - desde que você saiba onde está e como acessar. O segundo estágio consiste em avaliar tudo que está na lista, sendo bem específico sobre cada item. O que aquilo significa para você? É algo que precisa de atenção imediata ou não? Que resultados espera alcançar? Qual o próximo passo para chegar lá? Isso vale tanto para um e-mail quanto para um projeto de vendas. Em seguida, vem o terceiro estágio, em que você organiza os resultados das suas decisões de uma maneira que torne fácil localizar todas as resoluções. Por fim, a quarta fase é a da revisão e da reflexão. É preciso dar um passo para trás e observar todos os seus projetos, colocando no papel o que já foi feito e o que ainda precisa ser feito. Depois de tudo isso, se você decidir tomar uma taça de vinho, vai fazer isso com tranquilidade, porque saberá exatamente o que está deixando de fazer, e isso não será um problema.
Eu faço listas o tempo todo, mas isso não parece resolver o problema.
Fazer as listas é apenas a primeira fase. Se você não seguir para os outros estágios, realmente não vai adiantar nada. Diga algo que está na sua lista de pendências, qualquer coisa...
Preciso editar um longo texto que está no meu computador.
Quais seriam os próximos passos que você tem que tomar para realizar essa tarefa? Você tem que ler o texto. E qual o resultado final que você espera? Que seja publicado, certo? Então publicar o texto é o projeto, o resultado com o qual você se compromete. A próxima tarefa é ler o documento. Onde você mantém todos os arquivos de texto? Você tem que organizar isso. Você tem uma lista de todos os seus projetos? Ser organizado significa saber onde uma coisa está a cada momento e o que ela significa para você. Se estiver só na sua cabeça, você terá problemas.
A ideia de elaborar uma lista completa com todos os projetos e objetivos parece um pouco assustadora.
Um dos motivos por que a lista é assustadora é que, na maioria das vezes, ela está só na sua cabeça. A parte do seu cérebro que está armazenando essa informação não tem uma noção exata de passado ou futuro, então a sua impressão é que precisa fazer tudo aquilo de uma só vez. Mas basta olhar no calendário para saber que não é bem assim. Por isso sempre digo para tirar a lista da cabeça e armazenar em outro lugar mais confiável. As pessoas também resistem à ideia da lista por que não estão preparadas para aceitar a quantidade de atividades com as quais estão comprometidas, e que ainda não conseguiram terminar. Mas isso não deveria ser um problema. Quer dizer, se você vai a uma loja de departamentos, há centenas de itens à venda. Qual a diferença entre essa situação e ter 200 projetos para escolher? Eu ficaria assustado se só tivesse três! (risos) Não há nada errado em ter 200 projetos pendentes, desde que você saiba o que eles significam para você e que tipo de atenção eles merecem. Existe uma negociação aí: você precisa entrar em acordo consigo mesmo e aceitar o fato de que só é possível realizar uma coisa de cada vez. Ou você se sente bem, sabendo que o que está fazendo agora é a melhor coisa que poderia estar fazendo no momento, ou você pode se sentir mal, pensando nas nove mil coisas que não está fazendo, porque não sabe qual é a mais importante. Uma dica: se você só se preocupa com o que não está fazendo, pode acabar não fazendo nada. Isso é muito comum.
Você fica paralisado e acaba adiando tarefas importantes.
Daí acha que a solução é se organizar, porque só assim vai conseguir cumprir todas as tarefas. Mas eu acho que é o contrário: o que eu faço, com a minha consultoria, é desorganizar a vida daquela pessoa. É evidente que a organização antiga não funciona, só a deixa estressada. Eu desorganizo a sua cabeça, tirando tudo para fora, para começar do zero. E aí ela passa a se sentir muito melhor.
Algumas pessoas adiam tarefas porque têm dificuldade para tomar decisões.
É o perfeccionismo que causa a procrastinação. Eles não querem decidir porque têm medo de errar. O que não percebem é que não decidir também é uma decisão. Não há escapatória. Se você existe, está tomando um monte de decisões a cada momento da sua vida. Então, a única escolha possível é tomar a decisão no começo, quando está tudo tranquilo, ou no fim, quando pode ser tarde demais. Por exemplo, você sabe que precisa adquirir um plano de saúde para os seus pais. Pode decidir agora, quando eles estão bem de saúde, ou pode esperar até que a situação atinja um nível de emergência. A verdade é que, quanto mais tempo você demorar para tomar a decisão, menos apropriada ela será. E pode não dar tempo de voltar atrás.
Em seu livro, você fala sobre o conceito de weird time.
Hoje, o tempo é uma coisa muito diferente do que era há dez anos. Há tantas opções o tempo todo, tantas coisas que podem ser prioridades, nunca há tempo sobrando. É muito raro alguém ter três horas para fazer alguma coisa. Mas intervalos de 15 ou 20 minutos são comuns. O que fazer com eles? A maioria das pessoas está tão fora de controle que, quando a janela aparece, não sabem o que fazer, ocupam o tempo com tarefas ou distrações que não contribuem para a sua vida. Se você tiver sempre em mente quais são seus projetos prioritários, vai saber aproveitar melhor esse tempo e se sentirá mais produtivo.
Como definir prioridades?
Quanto mais clara for a visão do que você quer para a sua vida, mais fácil vai ser definir quais são as prioridades, o que cada coisa na sua lista significa. Em última instância, suas ações deveriam ser determinadas: em primeiro lugar, pelos projetos com os quais está comprometido; em segundo lugar, pelos seus objetivos de vida a curto prazo, em dois ou três anos; e, em terceiro lugar, pela sua visão de mundo e seus valores mais essenciais.
Você faz sessões particulares de dois dias com empresários. É possível mudar a forma como uma pessoa pensa em um tempo tão curto?
Você pode mostrar a ela o que precisa fazer para mudar, e proporcionar a ela a sensação de pensar e se organizar de um jeito diferente. Agora, para o processo ter continuidade, ela precisa estar decidida a mudar seus hábitos, e isso nem sempre acontece. E, mesmo quando ela é determinada, pode levar meses ou anos para conseguir assimilar o método. A boa notícia é que tudo que eu proponho tem a ver com o senso comum. Todo mundo faz listas - o problema é que não colocam tudo nas listas. Todo mundo decide qual vai ser a próxima ação - mas tomar decisões sobre tudo que está incompleto é bem diferente.
O que diria para uma pessoa que está pensando em abrir um negócio?
Faça uma longa lista com as possibilidades do negócio, suas aspirações e preocupações. Comece por aí. Essa primeira grande lista vai capturar todas as ideias soltas, todos os níveis de percepção sobre o empreendimento. Depois, você voltará a ela várias vezes. Então, não deixe nada de fora. Qual o tamanho da empresa? Qual a área de atividade? Em quanto tempo deve estar funcionando? Em quanto tempo espera ter retorno? Quanto dinheiro pode investir? Quanto quer ganhar? É fundamental questionar também a sua visão do negócio. Por que você quer abrir uma empresa? O que lhe interessa nesse universo? Quais experiências quer criar para você? Esse será o primeiro momento de captura de ideias, não o único. Haverá muitos outros ao longo da história da empresa. Mas é preciso começar em algum lugar. Colocando tudo isso no papel, você criará uma fonte de ideias, que pode servir como inspiração. E terá também um lembrete valioso, para jamais esquecer qual era o plano original.
(Fonte: Pequenas Empresas & Grandes Negócios)
ESVAZIAR A CABEÇA É FUNDAMENTAL PARA PRODUZIR MAIS
Você liga o computador e encontra quinhentos e-mails o aguardando. A secretária eletrônica pisca com dezenas de recados ainda por responder. Seu bloco de anotações tem uma lista enorme de tarefas que você provavelmente não terá tempo de cumprir. Quando começa a se debruçar sobre os itens, o telefone toca: é um fornecedor, querendo marcar uma reunião urgente. Como se organizar diante de tantas demandas? É possível ter um alto índice de produtividade e, ao mesmo tempo, manter a qualidade de vida?
As duas questões estão no centro do método GTD, ou Getting Things Done (em uma tradução livre, “Realizando tarefas”), criado pelo consultor norte-americano David Allen, de 65 anos. Considerado uma espécie de guru da produtividade, o autor do best-seller A Arte de Fazer Acontecer viaja pelos Estados Unidos levando o programa GTD a empresas como Sony e Microsoft e instituições como a Força Aérea Norte-Americana. Apesar de contar com técnicas e ferramentas sofisticadas, o método tem como base um pensamento simples: libere sua mente, e a produtividade virá.
Você criou um método para aumentar a produtividade que também promete melhorar a qualidade de vida de executivos e empresários. Como isso funciona?
Eu acredito que as duas coisas andam juntas. Quanto melhor for a sua qualidade de vida, mais produtivo você será, e vice-versa. Desde a época da faculdade, sempre me interessei por métodos e técnicas capazes de ampliar a minha capacidade de produzir, de realizar. Eu me envolvi com essa questão porque eu estava focado na experiência humana, queria saber que tipo de coisas eu poderia fazer sem mudar quem eu era. Meu objetivo não era ganhar mais dinheiro, e sim melhorar a qualidade da experiência, ser mais livre, mais flexível. Depois de passar por 30 empregos diferentes, percebi que eu mesmo teria que encontrar a resposta.
Vamos falar da sua vida antes de você criar o método. Você estudou história americana, mas largou a faculdade, certo?
Sim. Eu era fascinado pela história americana, mas depois descobri que queria ter mais experiências mais ligadas à vida real. Estava mais interessado em modelos culturais do que em datas, se é que você me entende.
Você costuma dizer que, nessa época, iniciou uma busca por Deus, pela verdade e pelo universo. Como foi isso? E como esse processo de autoconhecimento está relacionado com o mundo dos negócios?
Eu ainda estou em busca de tudo isso. Bom, a busca está relacionada com Deus, mas também com o modo como você lida com as pessoas, com a maneira como enxerga a sua vida. Se o seu destino é estar aqui na Terra e viver novas experiências, seja na vida pessoal ou na profissional, então deve aproveitar para aprender mais sobre si mesmo. Acredito que, se agimos conscientemente no dia a dia, podemos aprender muito sobre quem somos. É maluco isso, mas muita gente faz as coisas sem saber por que está fazendo. Quanto mais atento você está ao que faz, quanto mais você direciona a sua energia, menor é o desperdício e maior é o seu crescimento. É bom para os negócios, mas também o ajuda a crescer como ser humano.
Seu programa, o GTD, segue alguns passos básicos. O primeiro deles seria “esvaziar a cabeça” e “colocar tudo em um lugar seguro”.
Para começar, é preciso identificar e capturar ideias, projetos e objetivos que são significativos para você, e fazer uma grande lista, a mais completa possível. Você tem que externalizar tudo isso e colocar em algum lugar onde os dados fiquem seguros: pode ser no papel, em uma pasta no computador, no iPad, não importa - desde que você saiba onde está e como acessar. O segundo estágio consiste em avaliar tudo que está na lista, sendo bem específico sobre cada item. O que aquilo significa para você? É algo que precisa de atenção imediata ou não? Que resultados espera alcançar? Qual o próximo passo para chegar lá? Isso vale tanto para um e-mail quanto para um projeto de vendas. Em seguida, vem o terceiro estágio, em que você organiza os resultados das suas decisões de uma maneira que torne fácil localizar todas as resoluções. Por fim, a quarta fase é a da revisão e da reflexão. É preciso dar um passo para trás e observar todos os seus projetos, colocando no papel o que já foi feito e o que ainda precisa ser feito. Depois de tudo isso, se você decidir tomar uma taça de vinho, vai fazer isso com tranquilidade, porque saberá exatamente o que está deixando de fazer, e isso não será um problema.
Eu faço listas o tempo todo, mas isso não parece resolver o problema.
Fazer as listas é apenas a primeira fase. Se você não seguir para os outros estágios, realmente não vai adiantar nada. Diga algo que está na sua lista de pendências, qualquer coisa...
Preciso editar um longo texto que está no meu computador.
Quais seriam os próximos passos que você tem que tomar para realizar essa tarefa? Você tem que ler o texto. E qual o resultado final que você espera? Que seja publicado, certo? Então publicar o texto é o projeto, o resultado com o qual você se compromete. A próxima tarefa é ler o documento. Onde você mantém todos os arquivos de texto? Você tem que organizar isso. Você tem uma lista de todos os seus projetos? Ser organizado significa saber onde uma coisa está a cada momento e o que ela significa para você. Se estiver só na sua cabeça, você terá problemas.
A ideia de elaborar uma lista completa com todos os projetos e objetivos parece um pouco assustadora.
Um dos motivos por que a lista é assustadora é que, na maioria das vezes, ela está só na sua cabeça. A parte do seu cérebro que está armazenando essa informação não tem uma noção exata de passado ou futuro, então a sua impressão é que precisa fazer tudo aquilo de uma só vez. Mas basta olhar no calendário para saber que não é bem assim. Por isso sempre digo para tirar a lista da cabeça e armazenar em outro lugar mais confiável. As pessoas também resistem à ideia da lista por que não estão preparadas para aceitar a quantidade de atividades com as quais estão comprometidas, e que ainda não conseguiram terminar. Mas isso não deveria ser um problema. Quer dizer, se você vai a uma loja de departamentos, há centenas de itens à venda. Qual a diferença entre essa situação e ter 200 projetos para escolher? Eu ficaria assustado se só tivesse três! (risos) Não há nada errado em ter 200 projetos pendentes, desde que você saiba o que eles significam para você e que tipo de atenção eles merecem. Existe uma negociação aí: você precisa entrar em acordo consigo mesmo e aceitar o fato de que só é possível realizar uma coisa de cada vez. Ou você se sente bem, sabendo que o que está fazendo agora é a melhor coisa que poderia estar fazendo no momento, ou você pode se sentir mal, pensando nas nove mil coisas que não está fazendo, porque não sabe qual é a mais importante. Uma dica: se você só se preocupa com o que não está fazendo, pode acabar não fazendo nada. Isso é muito comum.
Você fica paralisado e acaba adiando tarefas importantes.
Daí acha que a solução é se organizar, porque só assim vai conseguir cumprir todas as tarefas. Mas eu acho que é o contrário: o que eu faço, com a minha consultoria, é desorganizar a vida daquela pessoa. É evidente que a organização antiga não funciona, só a deixa estressada. Eu desorganizo a sua cabeça, tirando tudo para fora, para começar do zero. E aí ela passa a se sentir muito melhor.
Algumas pessoas adiam tarefas porque têm dificuldade para tomar decisões.
É o perfeccionismo que causa a procrastinação. Eles não querem decidir porque têm medo de errar. O que não percebem é que não decidir também é uma decisão. Não há escapatória. Se você existe, está tomando um monte de decisões a cada momento da sua vida. Então, a única escolha possível é tomar a decisão no começo, quando está tudo tranquilo, ou no fim, quando pode ser tarde demais. Por exemplo, você sabe que precisa adquirir um plano de saúde para os seus pais. Pode decidir agora, quando eles estão bem de saúde, ou pode esperar até que a situação atinja um nível de emergência. A verdade é que, quanto mais tempo você demorar para tomar a decisão, menos apropriada ela será. E pode não dar tempo de voltar atrás.
Em seu livro, você fala sobre o conceito de weird time.
Hoje, o tempo é uma coisa muito diferente do que era há dez anos. Há tantas opções o tempo todo, tantas coisas que podem ser prioridades, nunca há tempo sobrando. É muito raro alguém ter três horas para fazer alguma coisa. Mas intervalos de 15 ou 20 minutos são comuns. O que fazer com eles? A maioria das pessoas está tão fora de controle que, quando a janela aparece, não sabem o que fazer, ocupam o tempo com tarefas ou distrações que não contribuem para a sua vida. Se você tiver sempre em mente quais são seus projetos prioritários, vai saber aproveitar melhor esse tempo e se sentirá mais produtivo.
Como definir prioridades?
Quanto mais clara for a visão do que você quer para a sua vida, mais fácil vai ser definir quais são as prioridades, o que cada coisa na sua lista significa. Em última instância, suas ações deveriam ser determinadas: em primeiro lugar, pelos projetos com os quais está comprometido; em segundo lugar, pelos seus objetivos de vida a curto prazo, em dois ou três anos; e, em terceiro lugar, pela sua visão de mundo e seus valores mais essenciais.
Você faz sessões particulares de dois dias com empresários. É possível mudar a forma como uma pessoa pensa em um tempo tão curto?
Você pode mostrar a ela o que precisa fazer para mudar, e proporcionar a ela a sensação de pensar e se organizar de um jeito diferente. Agora, para o processo ter continuidade, ela precisa estar decidida a mudar seus hábitos, e isso nem sempre acontece. E, mesmo quando ela é determinada, pode levar meses ou anos para conseguir assimilar o método. A boa notícia é que tudo que eu proponho tem a ver com o senso comum. Todo mundo faz listas - o problema é que não colocam tudo nas listas. Todo mundo decide qual vai ser a próxima ação - mas tomar decisões sobre tudo que está incompleto é bem diferente.
O que diria para uma pessoa que está pensando em abrir um negócio?
Faça uma longa lista com as possibilidades do negócio, suas aspirações e preocupações. Comece por aí. Essa primeira grande lista vai capturar todas as ideias soltas, todos os níveis de percepção sobre o empreendimento. Depois, você voltará a ela várias vezes. Então, não deixe nada de fora. Qual o tamanho da empresa? Qual a área de atividade? Em quanto tempo deve estar funcionando? Em quanto tempo espera ter retorno? Quanto dinheiro pode investir? Quanto quer ganhar? É fundamental questionar também a sua visão do negócio. Por que você quer abrir uma empresa? O que lhe interessa nesse universo? Quais experiências quer criar para você? Esse será o primeiro momento de captura de ideias, não o único. Haverá muitos outros ao longo da história da empresa. Mas é preciso começar em algum lugar. Colocando tudo isso no papel, você criará uma fonte de ideias, que pode servir como inspiração. E terá também um lembrete valioso, para jamais esquecer qual era o plano original.
(Fonte: Pequenas Empresas & Grandes Negócios)
quinta-feira, 21 de julho de 2011
ICEF TELEFONES POR ÁREA DE INTERESSE
Prezado(a) Líder de Turma,
Bom dia!
Tendo em vista a nossa preocupação em atender aos nossos alunos em suas demandas com presteza, solicitamos, por favor, que encaminhe este e-mail para todos os seus colegas de turma.
Seguem abaixo relacionados os números de telefones, e-mails de contato e serviços especifícos realizados nesta ICEF, por setor, para que as solicitações sejam direcionadas para o funcionário(a) responsável pelas mesmas quando necessário.
Setor | Fone | E-mail | Serviços Específicos |
Comercial | 2101-5555 2101-5556 | Informações sobre todos os cursos oferecidos, inscrição e efetivação de matricula. | |
Financeiro | 2101-5553 | Cobrança de mensalidade, taxa de trancamento de curso, multa contratual, taxa de trancamento de disciplina, taxa de 2ª chamada, etc. | |
2101-5566 | Cobrança de reposição | ||
Acadêmico | 2101-5563 | Confecção de declaração de matricula, declaração de conclusão de curso, histórico escolar, informação sobre data de prova, encaminhamento de cronograma de atividade, informações sobre senha, diploma, atualização de dados cadastrais, etc. | |
2101-5563 | Informação sobre notas de atividades e prova, revisão de nota/prova e freqüência aula. | ||
2101-5564 | Trancamento de matricula, transferência interna e externa, trancamento de disciplina, reposição de disciplina pendente, inscrição na lista de espera para reposição, levantamento acadêmico, solicitação de cumprimento/reposição de disciplina em outra conveniada, etc. | ||
Suporte | 2101-5560 | Solicitação para realização de provas em outra conveniada, em caráter excepcional, com prazo mínimo de 10 dias de antecedência; Solicitação de alteração/postergação de data de prova, em caráter excepcional, via requerimento e assinado por todos os interessados. |
Certos de contarmos com a vossa atenção, antecipadamente agradecemos e nos colocamos à disposição.
Atenciosamente,Sarita FalcãoDepartamento AcadêmicoICEF/FGVRua Marechal Andréa, 364Pituba - SalvadorCep: 41810-105(71) 2101-5564Horário de expediente: 2ª a 5ª feira, das 8h às 12h - 14h às 18h, 6ª feira, das 8h às 12h - 14h às 22h e no sábado, das 8h às 12h20min."
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